PEC — PROGRAMA EMPREENDEDOR COLABORATIVO

FORMAÇÃO, EXPERIÊNCIA E PARTICIPAÇÃO PARA UM NOVO MODELO DE EMPREENDEDORISMO

EMPREENDA BRASIL

APRENDER PARA EMPREENDER.
EMPREENDER PARA COLABORAR.
COLABORAR PARA TRANSFORMAR.


1. APRESENTAÇÃO

O PEC — Programa Empreendedor Colaborativo é o programa de formação e desenvolvimento empreendedor do Empreenda Brasil, integrante da arquitetura do Projeto Brasil.

Seu propósito é proporcionar aos participantes conhecimentos, experiências e ferramentas para compreender, desenvolver e participar de iniciativas empreendedoras baseadas na Economia Colaborativa.

O PEC parte de uma ideia simples:

Aprender empreendedorismo é importante. Aprender a empreender colocando o conhecimento em prática é ainda mais importante.

Por isso, o programa procura aproximar:

FORMAÇÃO

EXPERIÊNCIA

COLABORAÇÃO

OPORTUNIDADE.


2. O PROPÓSITO DO PEC

O principal propósito do PEC é contribuir para a geração de oportunidades de trabalho e renda, por meio do desenvolvimento empreendedor e da criação de iniciativas colaborativas.

A proposta busca aproximar pessoas que desejam empreender de:

  • conhecimento;
  • capacitação;
  • ferramentas;
  • orientação;
  • outros empreendedores;
  • projetos;
  • oportunidades;
  • empreendimentos colaborativos.

O objetivo não é simplesmente ensinar alguém a abrir uma empresa.

É desenvolver pessoas capazes de:

identificar problemas;

encontrar oportunidades;

criar soluções;

trabalhar em equipe;

desenvolver projetos;

administrar recursos;

gerar valor;

participar de empreendimentos.


3. A ORIGEM DA PROPOSTA

O Empreenda Brasil nasceu a partir de estudos e pesquisas realizadas pela Viva Brasil sobre alternativas capazes de aproximar desenvolvimento econômico, participação comunitária e geração de oportunidades.

A proposta parte da percepção de que muitas pessoas possuem capacidade e vontade de empreender, mas encontram dificuldades para transformar uma ideia em uma atividade economicamente sustentável.

Entre essas dificuldades estão:

  • falta de conhecimento;
  • falta de experiência;
  • falta de orientação;
  • dificuldade de acesso a recursos;
  • dificuldade de encontrar parceiros;
  • dificuldade de acesso ao mercado;
  • ausência de uma rede de apoio.

O PEC procura atuar justamente nessa conexão.


4. UMA NOVA FORMA DE APRENDER

O modelo tradicional muitas vezes segue uma sequência:

APRENDER → TERMINAR O CURSO → PROCURAR UMA OPORTUNIDADE.

O PEC propõe uma jornada diferente:

APRENDER → EXPERIMENTAR → DESENVOLVER → COLABORAR → EMPREENDER.

O participante não deve ser apenas espectador do processo.

Ele é convidado a participar.


5. O EMPREENDEDORISMO COLABORATIVO

O conceito central do PEC é o Empreendedorismo Colaborativo.

Nesse modelo, diferentes pessoas podem contribuir com diferentes competências e recursos para construir iniciativas comuns.

Uma pessoa pode contribuir com:

  • conhecimento;
  • trabalho;
  • experiência;
  • tecnologia;
  • criatividade;
  • relacionamento;
  • gestão;
  • capital, quando aplicável;
  • divulgação;
  • produção.

Outra pessoa pode complementar aquilo que falta.

Assim, competências individuais podem formar uma capacidade coletiva.


6. O PARTICIPANTE COMO PROTAGONISTA

O participante não é tratado apenas como aluno.

Ele é protagonista de sua jornada.

Durante o programa poderá:

  • estudar;
  • participar;
  • perguntar;
  • pesquisar;
  • desenvolver ideias;
  • testar soluções;
  • trabalhar em grupo;
  • participar de projetos;
  • apresentar propostas;
  • receber orientação;
  • avaliar resultados.

A formação deve estimular autonomia e responsabilidade.


7. QUEM PODE PARTICIPAR

O Empreenda Brasil é destinado a pessoas interessadas em:

  • aprender empreendedorismo;
  • desenvolver uma ideia;
  • iniciar um projeto;
  • aprimorar um negócio;
  • participar de iniciativas colaborativas;
  • desenvolver competências profissionais;
  • encontrar parceiros;
  • participar de EPCs;
  • contribuir para projetos de impacto.

Podem existir diferentes perfis de participantes.

O programa deverá estabelecer seus critérios específicos de ingresso e participação.


8. PROCESSO DE ENTRADA

A jornada começa com a manifestação de interesse.

O processo poderá compreender:

1. INSCRIÇÃO

Preenchimento das informações solicitadas.

↓

2. PERFIL SOCIOECONÔMICO

Conhecimento da realidade, experiência, interesses e objetivos do participante.

↓

3. ANÁLISE

Avaliação conforme os critérios estabelecidos pelo programa.

↓

4. APROVAÇÃO

Confirmação da participação.

↓

5. PASSAPORTE DO EMPREENDEDOR

Identificação e ingresso na jornada correspondente.

↓

6. PEC

Início da formação e das atividades.


9. PERFIL SOCIOECONÔMICO

O Perfil Socioeconômico constitui uma ferramenta de conhecimento do participante.

Seu objetivo não é simplesmente classificar pessoas.

Ele poderá ajudar a compreender:

  • experiência profissional;
  • formação;
  • conhecimentos;
  • interesses;
  • habilidades;
  • disponibilidade;
  • realidade socioeconômica;
  • objetivos;
  • experiência empreendedora;
  • projeto pretendido.

Essas informações poderão auxiliar a equipe responsável pelo programa na orientação das atividades.


10. UMA IDEIA É IMPORTANTE, MAS NÃO É OBRIGATÓRIA

Recomenda-se que o interessado tenha alguma noção do que pretende realizar.

Pode ser:

  • uma ideia de negócio;
  • um projeto;
  • uma necessidade identificada na comunidade;
  • uma habilidade que deseja transformar em oportunidade;
  • uma proposta de serviço;
  • uma solução ambiental;
  • uma iniciativa social.

Entretanto, a ausência de uma ideia totalmente estruturada não significa necessariamente ausência de potencial empreendedor.

Parte da formação existe justamente para ajudar o participante a desenvolver sua proposta.


11. ESTRUTURA DO PEC

O PEC será organizado em etapas progressivas.

Uma estrutura inicial poderá compreender:

NÍVEL 1 — DESCOBRIR

Conhecer a si mesmo, o empreendedorismo e a Economia Colaborativa.

NÍVEL 2 — APRENDER

Desenvolver conhecimentos fundamentais.

NÍVEL 3 — PLANEJAR

Transformar uma ideia em projeto.

NÍVEL 4 — EXPERIMENTAR

Testar decisões por meio de atividades práticas e simulações.

NÍVEL 5 — DESENVOLVER

Aprimorar o projeto com orientação.

NÍVEL 6 — EMPREENDER

Colocar o conhecimento em prática.

NÍVEL 7 — COLABORAR

Integrar-se a outros empreendedores e projetos.

NÍVEL 8 — PARTICIPAR

Conhecer e, quando aplicável, participar de EPCs.


12. EIXO 1 — DESENVOLVIMENTO PESSOAL

Antes de desenvolver uma empresa, o participante precisa desenvolver sua capacidade de agir.

Este eixo poderá trabalhar:

  • autoconhecimento;
  • responsabilidade;
  • comunicação;
  • criatividade;
  • liderança;
  • trabalho em equipe;
  • resolução de problemas;
  • tomada de decisões;
  • organização;
  • planejamento pessoal.

A ideia central:

O primeiro empreendimento de uma pessoa é a própria vida.


13. EIXO 2 — FUNDAMENTOS DO EMPREENDEDORISMO

O participante será apresentado aos fundamentos de:

  • empreendedorismo;
  • oportunidades;
  • inovação;
  • modelos de negócios;
  • mercado;
  • clientes;
  • concorrência;
  • planejamento;
  • riscos;
  • sustentabilidade.

O objetivo é desenvolver compreensão prática, não apenas conhecimento teórico.


14. EIXO 3 — ECONOMIA COLABORATIVA

O participante conhecerá os fundamentos apresentados no PB-002 — Fundamentos da Economia Colaborativa do Projeto Brasil.

Serão abordados conceitos como:

  • colaboração;
  • participação;
  • reciprocidade;
  • compartilhamento;
  • geração de valor;
  • responsabilidade;
  • desenvolvimento comunitário;
  • sustentabilidade.

A proposta é compreender que a colaboração pode ser também uma forma de organização econômica.


15. EIXO 4 — DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS

O participante aprenderá a transformar uma ideia em projeto.

Entre os elementos trabalhados:

  • problema;
  • oportunidade;
  • público;
  • solução;
  • proposta de valor;
  • recursos necessários;
  • equipe;
  • operações;
  • mercado;
  • comunicação;
  • custos;
  • receitas;
  • indicadores;
  • impacto.

16. EIXO 5 — GESTÃO

O participante poderá desenvolver conhecimentos básicos de:

ADMINISTRAÇÃO

Organização e planejamento.

FINANÇAS

Custos, receitas, fluxo financeiro e orçamento.

MARKETING

Comunicação, posicionamento e relacionamento.

VENDAS

Prospecção, atendimento e relacionamento com clientes.

OPERAÇÕES

Processos, produção e entrega.

PESSOAS

Trabalho em equipe e organização.


17. EIXO 6 — TECNOLOGIA

A tecnologia será utilizada como ferramenta de desenvolvimento.

O participante poderá aprender sobre:

  • ferramentas digitais;
  • plataformas online;
  • redes sociais;
  • comércio eletrônico;
  • automação;
  • análise de informações;
  • inteligência artificial;
  • comunicação digital.

A tecnologia deverá estar a serviço do empreendedor e do projeto.


18. EIXO 7 — SUSTENTABILIDADE E IMPACTO

O empreendedorismo do Projeto Brasil busca considerar também os impactos produzidos pela atividade econômica.

O participante poderá conhecer:

  • sustentabilidade;
  • responsabilidade ambiental;
  • responsabilidade social;
  • economia circular;
  • consumo consciente;
  • impacto comunitário;
  • Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A pergunta não será somente:

“O negócio pode gerar resultado?”

Mas também:

“Que impacto esse negócio produz?”


19. EIXO 8 — EMPREENDEDORISMO NA PRÁTICA

O conhecimento deverá ser acompanhado por experiências práticas.

O participante poderá:

  • desenvolver projetos;
  • elaborar planos;
  • criar protótipos;
  • testar ideias;
  • simular negócios;
  • participar de desafios;
  • trabalhar em equipe;
  • apresentar soluções.

A experiência prática é uma das bases do PEC.


20. JOGOS COLABORATIVOS

Os Jogos Colaborativos serão utilizados como ferramenta de aprendizagem e simulação.

O participante poderá administrar uma empresa virtual, tomar decisões e observar as consequências de suas escolhas.

Poderá experimentar:

  • produção;
  • comércio;
  • serviços;
  • contratação;
  • preços;
  • marketing;
  • investimentos;
  • logística;
  • expansão;
  • concorrência;
  • cooperação.

O jogo não substitui a realidade empresarial.

Ele funciona como um laboratório de aprendizagem.


21. AVALIAÇÃO

A avaliação do participante deverá considerar diferentes dimensões.

Não apenas provas.

Poderão ser avaliados:

CONHECIMENTO

O que o participante aprendeu.

PARTICIPAÇÃO

Como participa das atividades.

APLICAÇÃO

Como utiliza o conhecimento.

PROJETO

Capacidade de estruturar uma proposta.

COLABORAÇÃO

Capacidade de trabalhar com outras pessoas.

EVOLUÇÃO

Desenvolvimento ao longo da jornada.


22. PROJETO EMPREENDEDOR

Uma das principais atividades do PEC poderá ser o desenvolvimento de um Projeto Empreendedor.

O participante será orientado a desenvolver uma proposta estruturada contendo, conforme aplicável:

  • problema;
  • solução;
  • público;
  • mercado;
  • modelo de negócio;
  • equipe;
  • operação;
  • custos;
  • receitas;
  • estratégia;
  • impacto;
  • sustentabilidade.

O projeto poderá ser individual ou colaborativo.


23. CLUBE DO EMPREENDEDOR

Os participantes poderão ser organizados em grupos ou turmas denominadas:

CLUBE DO EMPREENDEDOR.

O Clube poderá funcionar como ambiente de:

  • aprendizagem;
  • relacionamento;
  • troca de experiências;
  • desenvolvimento de projetos;
  • apresentação de oportunidades;
  • colaboração.

A proposta é que ninguém precise desenvolver sua jornada completamente sozinho.


24. MENTORIA E CONSULTORIA

O programa poderá oferecer acompanhamento por profissionais, gestores, especialistas e empreendedores convidados, conforme a estrutura disponível.

O acompanhamento poderá envolver:

  • orientação;
  • análise de projetos;
  • reuniões;
  • oficinas;
  • consultorias;
  • avaliação;
  • indicação de ferramentas.

A disponibilidade e as condições desses serviços deverão ser informadas claramente aos participantes.


25. MATERIAL DE APOIO

O PEC poderá disponibilizar:

  • apostilas;
  • vídeos;
  • aulas;
  • apresentações;
  • ferramentas;
  • modelos;
  • planilhas;
  • exercícios;
  • estudos de caso;
  • simuladores;
  • materiais complementares.

O conteúdo poderá ser atualizado continuamente.


26. FORMAÇÃO ONLINE E SEMIPRESENCIAL

O programa poderá combinar diferentes modalidades:

ONLINE

Conteúdo disponível pela plataforma digital.

PRESENCIAL

Atividades realizadas nos núcleos e unidades participantes, quando disponíveis.

SEMIPRESENCIAL

Integração das duas modalidades.

O objetivo é permitir maior alcance territorial.


27. CERTIFICAÇÃO

Ao concluir determinadas etapas ou requisitos do programa, o participante poderá receber certificação correspondente.

A certificação deverá informar claramente:

  • programa;
  • etapa;
  • atividade;
  • critérios de conclusão;
  • entidade responsável.

A certificação de formação não substitui habilitações profissionais legalmente exigidas.


28. RECURSOS PARA EMPREENDER

O Projeto Brasil pretende desenvolver mecanismos que possam facilitar o acesso a recursos para iniciativas aprovadas, conforme disponibilidade e regras específicas.

Esses mecanismos poderão envolver:

  • fundos;
  • programas de apoio;
  • parcerias;
  • recursos destinados a projetos;
  • mecanismos de participação em EPCs.

A existência de uma oportunidade de apoio financeiro não significa garantia de financiamento para todos os participantes.

Cada modalidade deverá possuir seus próprios critérios.


29. FDC — FUNDO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO

O FDC — Fundo de Desenvolvimento Colaborativo integra a proposta econômica do Projeto Brasil.

Conforme seus regulamentos e instrumentos específicos, poderá contribuir para financiar ou apoiar:

  • programas de formação;
  • projetos;
  • ações sociais;
  • ações ambientais;
  • desenvolvimento de empreendimentos;
  • iniciativas comunitárias.

O funcionamento detalhado do FDC deverá ser objeto de documentação própria.


30. DO PROJETO À EPC

Uma das possibilidades de evolução da jornada é:

IDEIA

↓

PROJETO

↓

DESENVOLVIMENTO

↓

VALIDAÇÃO

↓

ESTRUTURAÇÃO

↓

EPC

↓

PARTICIPAÇÃO

Essa evolução não é automática.

Cada empreendimento deverá possuir critérios próprios de criação e participação.


31. O SÓCIO EMPREENDEDOR

Quando o participante ingressar regularmente em uma EPC, conforme os instrumentos e requisitos correspondentes, poderá assumir a condição de Sócio Empreendedor daquela iniciativa.

O Sócio Empreendedor participa conforme as regras do empreendimento.

Se houver resultados distribuíveis, sua participação observará os direitos e condições estabelecidos nos documentos da respectiva EPC.


32. APRENDER E SER SÓCIO

Este é um dos conceitos centrais do modelo:

O participante aprende e, conforme sua evolução e as regras aplicáveis, pode participar de empreendimentos colaborativos.

Não se trata simplesmente de:

fazer um curso → receber certificado → procurar emprego.

A proposta é criar uma ponte entre:

FORMAÇÃO

e

PARTICIPAÇÃO ECONÔMICA.


33. ECONOMIA DE COMUNHÃO E COOPERATIVISMO COMO REFERÊNCIAS

O Projeto Brasil dialoga conceitualmente com experiências históricas de organização econômica baseada em colaboração, participação e compartilhamento de resultados.

Entre as referências estudadas estão princípios do:

  • cooperativismo;
  • associativismo;
  • empreendedorismo social;
  • Economia de Comunhão;
  • economia colaborativa.

Essas referências servem como inspiração conceitual.

O Projeto Brasil possui sua própria estrutura e deverá definir seus instrumentos, regras e responsabilidades de forma independente.


34. O EMPREENDEDOR E A COMUNIDADE

O empreendedor não existe isoladamente.

Uma empresa depende de:

  • pessoas;
  • fornecedores;
  • clientes;
  • trabalhadores;
  • parceiros;
  • infraestrutura;
  • comunidade.

Por isso, o PEC procura desenvolver uma visão de empreendedorismo conectado ao território.

O empreendedor pode gerar valor para si e, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento de outras pessoas.


35. EMPREENDEDORISMO E ODS

O PEC poderá alinhar projetos e atividades aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável — ODS, especialmente quando houver relação direta com a proposta desenvolvida.

Entre os temas possíveis:

  • trabalho e renda;
  • educação;
  • redução da pobreza;
  • sustentabilidade;
  • meio ambiente;
  • inovação;
  • desenvolvimento local;
  • consumo responsável.

36. O PAPEL DOS GESTORES

Os Gestores dos programas e núcleos terão papel importante na organização da jornada.

Entre suas funções poderão estar:

  • orientar participantes;
  • organizar atividades;
  • acompanhar projetos;
  • conectar pessoas;
  • identificar oportunidades;
  • encaminhar demandas;
  • apoiar iniciativas;
  • promover integração com a comunidade.

A estrutura e as responsabilidades dos Gestores são tratadas no documento de Governança da Viva Brasil.


37. O PEC E O PROJETO BRASIL

O PEC não é um programa isolado.

Ele é uma das ferramentas utilizadas pelo Projeto Brasil para desenvolver pessoas e oportunidades.

Sua posição na arquitetura é:

PROJETO BRASIL

↓

ECONOMIA COLABORATIVA

↓

EMPREENDA BRASIL

↓

PASSAPORTE DO EMPREENDEDOR

↓

PEC

↓

FORMAÇÃO

↓

JOGOS COLABORATIVOS

↓

PROJETOS

↓

EPCs

↓

SÓCIOS EMPREENDEDORES

↓

TRABALHO + RENDA + IMPACTO


38. O QUE ESPERAMOS FORMAR

O objetivo não é formar apenas pessoas que saibam abrir empresas.

Queremos estimular pessoas capazes de:

pensar;

planejar;

criar;

cooperar;

administrar;

inovar;

empreender;

compartilhar;

assumir responsabilidades.


39. UMA NOVA CULTURA

O PEC procura contribuir para uma mudança de mentalidade.

De:

“Preciso conseguir sozinho.”

Para:

“Podemos construir juntos.”

De:

“Meu sucesso depende apenas de mim.”

Para:

“Meu desenvolvimento também pode gerar oportunidades para outras pessoas.”

De:

“Empreender é competir.”

Para:

“Podemos competir no mercado e, ao mesmo tempo, colaborar para criar valor.”


40. COMPROMISSO COM A REALIDADE

O PEC não promete sucesso automático.

Não promete riqueza.

Não promete emprego.

Não promete retorno financeiro garantido.

Empreender envolve riscos, responsabilidades e decisões.

O que o programa procura oferecer é:

CONHECIMENTO

EXPERIÊNCIA

ORIENTAÇÃO

CONEXÃO

OPORTUNIDADE

e um ambiente para desenvolver capacidade empreendedora.


41. UMA OPORTUNIDADE PARA EMPREENDER

O Empreenda Brasil está aberto a pessoas que desejam transformar conhecimento em ação.

Se você possui:

  • uma ideia;
  • um projeto;
  • uma habilidade;
  • uma experiência;
  • uma necessidade;
  • uma vontade de empreender;

o PEC poderá ser um caminho para começar a desenvolver essa possibilidade.


42. A JORNADA DO EMPREENDEDOR

A jornada pode ser resumida em:

CONHECER

Entender o Projeto Brasil.

APRENDER

Desenvolver conhecimento.

EXPERIMENTAR

Testar na prática.

DESENVOLVER

Aprimorar seu projeto.

COLABORAR

Construir com outras pessoas.

EMPREENDER

Transformar conhecimento em ação.

PARTICIPAR

Integrar-se a oportunidades e empreendimentos.

TRANSFORMAR

Gerar valor econômico, social e ambiental.


43. O CONVITE

Estamos construindo uma experiência diferente.

Não queremos apenas ensinar empreendedorismo.

Queremos criar condições para que as pessoas possam:

APRENDER.

EXPERIMENTAR.

CRIAR.

EMPREENDER.

COLABORAR.

PARTICIPAR.

E, juntos, contribuir para construir um Brasil com mais oportunidades.


EMPREENDA BRASIL

APRENDA A EMPREENDER.

EMPREENDA DE FORMA COLABORATIVA.

PARTICIPE DA CONSTRUÇÃO DE UM BRASIL MELHOR.

PROJETO BRASIL

O PAÍS DO FUTURO COMEÇA COM AS PESSOAS DO PRESENTE.

Viva Brasil